quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Despertar.


Imagem: Deviantart.com

Sempre que eu te vejo
Com aquela cara de sono
Sei que não quiseste levantar.

Quiseste o infinito.
O túnel do tempo
É longo de mais para eu te acompanhar.

Vem! Me dá a mão.
Para que juntos
Através da afinidade dos instantes

Da realidade
Te mostro meu amor, meu bem.
Vamos nos aventurar...

Sem jamais olhar
Para os sonhos
Que deixamos de acordar.


Lorenzo Ganzo Galarça