sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ó Lua

Transborda-se em mim risos belos e amarelos, iluminados por tua sinceridade e ingenuidade.
Ó Lua, se compreendes o bem que me fazes, não tenho certeza...
Certeza?
Do que?
De quem?
Guardo em mim a lembrança de que a muitos anos, querida lua, sobes e desces todos os dias no horizonte de meus olhos. E sempre, apesar do humor da humanidade, continua constante o intenso brilho que carregas.

Lorenzo G.G

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